Sinal 4–20 mA
Converta sinal, percentual e range de medição.
Cálculos, conversões e referências reunidos em um único lugar para apoiar a rotina técnica.
Ferramentas mais utilizadas na instrumentação industrial.
Converta sinal, percentual e range de medição.
Temperatura e resistência de acordo com a curva nominal.
Converta bar, psi, Pa, kgf/cm² e coluna d'água.
Compare |Erro| + U e √(Erro² + U²). A regra de aceitação depende do procedimento.
Compare as leituras de subida e descida.
Corrente, resistência de carga e tensão.
Conversão por extração de raiz quadrada.
Frequência de pulsos e rotação.
Simulação de um transmissor linear com range configurável.
Informe a corrente e o LRV/URV do instrumento.
Conteúdo técnico com aplicação prática.
Curva nominal baseada na relação resistência-temperatura da IEC 60751. Não corrige automaticamente resistência dos cabos.
O cálculo utiliza os limites LRV e URV configurados. Confirme a escala e a unidade do instrumento em campo.
Ferramentas práticas com entradas editáveis e resultados instantâneos.
4–20 mA ou 0–10 V com escala configurável.
Valores nominais calculados a partir do range configurado.
| Ponto | Sinal ideal | Valor de engenharia |
|---|
Correspondência linear entre o sinal e a variável.
Transmissor de pressão de −1 a 9 bar. Uma corrente de 12 mA corresponde a 50% do span, ou 4 bar.
Curva nominal IEC 60751 (α ≈ 0,00385 °C⁻¹).
Para temperaturas abaixo de 0 °C, acrescenta-se o termo C·(t−100)·t³ na equação de Callendar–Van Dusen.
Faixa nominal considerada: −200 °C a +850 °C. Curva Pt100 padrão, não representa automaticamente a calibração do sensor instalado.
Nota: configuração de 2, 3 ou 4 fios e resistência dos condutores não são compensadas por este cálculo.
Converta condutância ou resistência em condutividade teórica, usando a constante da célula.
Para R em Ω, G em µS = 10⁶ / R. O resultado aparece em µS/cm quando Kcel está em cm⁻¹.
Não realiza compensação de temperatura, determinação de Kcel ou cálculo de incerteza.
Informe diretamente o erro já calculado e a incerteza expandida (U), na mesma unidade.
Soma: RM = |Erro| + U
RSS: RM = √(Erro² + U²)
U deve ser incerteza expandida e estar na mesma unidade do erro. Não insira aqui componentes individuais de incerteza.
Estimativa de altura de coluna de líquido.
Válida para líquido de densidade constante, modelo hidrostático simples e pressão diferencial corretamente referenciada.
Instalações com coluna úmida, selo remoto, pressão de tanque, diferentes cotas ou fluidos exigem ajustes no modelo.
Conversão considerando densidade do fluido.
Quando Q é informado em m³/h e ρ em kg/m³, ṁ resulta em kg/h.
Não substitui compensações de temperatura, pressão ou composição aplicáveis a gases e outros fluidos.
Mesmo ponto medido nos sentidos crescente e decrescente.
Realize as leituras no mesmo ponto e nas mesmas condições. Para histerese máxima, avalie todos os pontos do ciclo aplicável.
Lei de Ohm para corrente contínua e resistência conhecida.
V(carga) = (I em mA / 1.000) × R
V(disponível) = V(fonte) − V(carga)
Relação simplificada entre diferencial de pressão e vazão.
Relação idealizada para elemento primário de ΔP, condições e densidade constantes. Sem compensação de pressão, temperatura, fator de descarga ou corte de vazão baixa.
Conversão para pulsos contados em um único canal.
RPM = (Hz × 60) / PPR
Hz = (RPM × PPR) / 60
Unidades recorrentes nas calibrações e na instrumentação.
1 bar = 100.000 Pa
1 psi = 6.894,757293 Pa
1 kgf/cm² = 98.066,5 Pa
1 atm = 101.325 Pa
Para coluna de água, o protótipo usa 1 mmH₂O = 9,80665 Pa e 1 inH₂O = 249,088908 Pa. Esses fatores dependem da definição convencional adotada; confira as condições exigidas no trabalho.
°F = (°C × 1,8) + 32
K = °C + 273,15
Aprenda a interpretar um certificado, entender as grandezas e reconhecer os limites de cada método. Conteúdo educativo; não substitui a ITB, as normas aplicáveis nem a análise crítica do laboratório.
Exemplo de sensor de temperatura Pt100, reconstruído a partir da estrutura e dos resultados de um certificado fornecido para estudo. Selecione os números no documento para aprender a interpretar cada seção e toque nos títulos da tabela para conhecer os símbolos.
Exemplo técnico: sensor de temperatura Pt100
Médias de três leituras do instrumento e do padrão de referência, em cada ponto, em meio térmico com uniformidade e estabilidade conhecidas.
Termohigrômetro · multicalibrador · termorresistência de referência. Identificações e números dos certificados omitidos.
| 10,10 | 10,22 | −0,12 | 0,19 | 2,00 | ∞ | 120 mm |
| 20,70 | 20,75 | −0,05 | 0,17 | 2,00 | ∞ | 120 mm |
| 30,10 | 30,16 | −0,06 | 0,15 | 2,00 | ∞ | 120 mm |
Convenção declarada: Tendência = VMLI − VR. A incerteza expandida U, k e graus de liberdade efetivos são informados no documento.
Campos de execução, emissão e assinatura autorizada, sem pessoas identificadas neste modelo.
O técnico deve confirmar identificação do instrumento, data, método, padrões, rastreabilidade e assinatura. Esses dados foram ocultados somente nesta demonstração.
A apresentação reproduz os campos técnicos, não a aparência nem a autenticidade do certificado original. Não utilize este modelo como comprovação de calibração.
Valor fornecido pelo instrumento. Ex.: um transmissor configurado em 0–100 bar gera 12 mA; em uma relação linear ideal, isso equivale a 50 bar.
Fundamento: VIM / leitura de instrumento.Valor atribuído pelo padrão de referência, com rastreabilidade e incerteza adequadas. Não é necessariamente um valor exato ou sem incerteza.
Fundamento: VIM e GUM.Neste guia adotamos e = indicação − referência. Positivo significa que o instrumento indicou acima da referência; negativo, abaixo. Verifique sempre a convenção expressa no certificado.
Fundamento: VIM; convenção explicitada no método.Pode representar estimativa de erro sistemático nas condições estabelecidas, conforme o modelo de medição. Nem todo certificado utiliza “tendência” como sinônimo de erro de indicação.
Fundamento: VIM.Caracteriza a dispersão dos valores que podem ser atribuídos ao mensurando com base na informação disponível. Não é sinônimo de erro, tolerância ou correção.
Fundamento: VIM / GUM.Geralmente expressa por U = k × uc, com fator de abrangência k e incerteza-padrão combinada uc. k≈2 costuma estar associado a uma abrangência próxima de 95% sob hipóteses apropriadas; não presuma isso sem consultar o certificado.
Fundamento: GUM / NIT-DICLA-021.Calibração: estabelece a relação entre indicações e valores de referência. Ajuste: intervenção para alterar a resposta do instrumento. Verificação: fornece evidência de atendimento a requisitos especificados. Calibrar não significa aprovar automaticamente.
Fundamento: VIM / Inmetro.|e| + U é uma combinação conservadora usada em determinados critérios; √(e² + U²) é uma combinação matemática diferente. Nenhuma das duas é exigência geral para todos os certificados. Adote apenas a expressão estabelecida no critério de aceitação e na regra de decisão da atividade.
Referência: ILAC G8 / procedimento aplicável.Uma célula condutiva não “enxerga” diretamente µS/cm. O sistema aplica uma excitação elétrica, avalia a resposta da solução e obtém a condutância elétrica (G). Para calcular a condutividade eletrolítica (κ), usa a constante da célula (Kcel); a eletrônica do medidor realiza a conversão.
Se G = 800 µS e Kcel = 0,10 cm⁻¹, então κ = 80 µS/cm.
Em medições reais, a temperatura da solução afeta fortemente a condutividade. É indispensável indicar se o valor está na temperatura de medição ou compensado para uma referência, por exemplo 25 °C.
Podemos avaliar a etapa elétrica do indicador por meio de sinais ou resistências de referência, ou avaliar o conjunto medidor + célula com solução de referência adequada. Também pode existir comparação direta entre sistemas, se o método for tecnicamente apropriado e validado.
Atenção: a comparação direta entre dois medidores não significa que a constante da célula tenha sido determinada.
Usando cargas de referência adequadas, avaliamos as indicações e seus erros. Dependendo do procedimento, entram repetibilidade, excentricidade, diferentes cargas e incerteza de medição.
Exemplo: com massa de referência de 100,00 kg e indicação de 100,05 kg, o erro de indicação é +0,05 kg, nesta convenção.
É o Regulamento Técnico Metrológico relativo a instrumentos de pesagem não automáticos dentro das finalidades de uso abrangidas. Não se deve aplicar indiscriminadamente os mesmos critérios de verificação legal a toda calibração industrial.
Classe, divisão de verificação (e), divisão real (d), carga máxima (Max) e finalidade de uso influenciam os requisitos aplicáveis.
Não existe autorização genérica para declarar uma faixa que não foi ensaiada. Alguns métodos de ensaio contemplam substituição de cargas sob condições específicas. Qualquer alternativa deve observar a finalidade, a norma aplicável, o procedimento validado, a disponibilidade de padrões e as evidências da execução.
Na calibração de sistemas de pesagem instalados em tanques, também é preciso distinguir a calibração da indicação de massa da avaliação do sistema completo em sua condição real de uso.
Força por unidade de área. Em calibração comparamos o medidor com um padrão de pressão, observando pontos e possíveis diferenças entre subida e descida. Pressão manométrica, absoluta e diferencial são referências distintas — não confunda.
Uma Pt100 varia sua resistência elétrica com a temperatura; o indicador converte Ω em °C pela curva aplicável. Termopares usam a tensão termoelétrica e compensação da junta de referência. Sensores e indicadores podem ser calibrados juntos ou separadamente.
Razão entre a pressão parcial do vapor d'água e a pressão de saturação nas mesmas condições, expressa em %. Ao calibrar, controle temperatura, estabilização e uniformidade do ambiente de referência.
Vazão volumétrica representa volume por tempo; vazão mássica, massa por tempo. A relação Qm = ρ Qv exige unidades consistentes e densidade válida nas condições de medição.
Nível pode ser medido por régua, flutuador, radar ou pressão. Na medição hidrostática simplificada, ΔP = ρgh. Densidade do fluido, geometria do tanque e tomada de pressão afetam a interpretação.
O transmissor converte uma grandeza de processo em sinal elétrico. Para uma faixa linear, 4 mA corresponde ao LRV e 20 mA ao URV. Verifique range configurado, fonte de alimentação, carga e possíveis sinais de diagnóstico fora da faixa.
A massa é avaliada por comparação com pesos ou outros métodos adequados. Volume pode ser determinado por métodos gravimétricos, volumétricos ou comparação, conforme o instrumento e o procedimento, observando temperatura, densidade e menisco quando aplicável.
O pH é relacionado à atividade de íons hidrogênio, inferida por resposta eletroquímica do eletrodo. ORP é potencial de oxirredução medido em mV. As verificações elétricas e a calibração com soluções não devem ser confundidas.
Os links abaixo apontam para publicações oficiais ou técnicas de referência. A existência de um documento não dispensa verificar sua revisão vigente, abrangência e aplicabilidade.
Relações e conceitos resumidos. Referência rápida, não procedimento de calibração.
Pressão em pascal (Pa), força em newton (N), área em m².
Q em m³/s, área em m² e velocidade média em m/s.
Usar pressão diferencial em Pa, densidade em kg/m³ e h em m.
Massa dividida por volume. Cuidado com condições de temperatura.
Para transmissor linear 4–20 mA, 12 mA equivale a 50%.
Resistência nominal de 100 Ω a 0 °C, curva IEC 60751.
O sinal positivo ou negativo deve ser mantido no resultado.
Diferença de leituras no mesmo ponto em subida e descida.
Relaciona viscosidade dinâmica e densidade do fluido.
Com I em ampères e R em ohms, V resulta em volts.
LRV e URV são os limites configurados; span é a diferença algébrica entre eles.
Somente quando o sinal representa ΔP linear; não extrair duas vezes.
Orientação para pesquisa no site oficial, sem reproduzir o escopo aqui.