Sinal 4–20 mA
Converta sinal, percentual e range de medição.
Cálculos, conversões e referências reunidos em um único lugar para apoiar a rotina técnica.
Ferramentas mais utilizadas na instrumentação industrial.
Converta sinal, percentual e range de medição.
Temperatura e resistência de acordo com a curva nominal.
Converta bar, psi, Pa, kgf/cm² e coluna d'água.
Compare |Erro| + U e √(Erro² + U²). A regra de aceitação depende do procedimento.
Compare as leituras de subida e descida.
Corrente, resistência de carga e tensão.
Conversão por extração de raiz quadrada.
Frequência de pulsos e rotação.
Escolha símbolos e bornes, responda aos casos e descubra a leitura esperada.
Simulação de um transmissor linear com range configurável.
Informe a corrente e o LRV/URV do instrumento.
Conteúdo técnico com aplicação prática.
Curva nominal baseada na relação resistência-temperatura da IEC 60751. Não corrige automaticamente resistência dos cabos.
O cálculo utiliza os limites LRV e URV configurados. Confirme a escala e a unidade do instrumento em campo.
Explore Pt100, termopares, pipetas, balanças, condutividade, gases, encoder, nível e malhas 4–20 mA em cenários ajustáveis.
O Portal Técnico é uma iniciativa independente, idealizada por Guilherme Oliveira Moreira, para reunir conversões, calculadoras, simuladores e explicações que apoiam o aprendizado e as atividades de metrologia e instrumentação. Não substitui normas, procedimentos ou validação dos resultados.
Ferramentas práticas com entradas editáveis e resultados instantâneos.
4–20 mA ou 0–10 V com escala configurável.
Valores nominais calculados a partir do range configurado.
| Ponto | Sinal ideal | Valor de engenharia |
|---|
Correspondência linear entre o sinal e a variável.
Transmissor de pressão de −1 a 9 bar. Uma corrente de 12 mA corresponde a 50% do span, ou 4 bar.
Curva nominal IEC 60751 (α ≈ 0,00385 °C⁻¹).
Para temperaturas abaixo de 0 °C, acrescenta-se o termo C·(t−100)·t³ na equação de Callendar–Van Dusen.
Faixa nominal considerada: −200 °C a +850 °C. Curva Pt100 padrão, não representa automaticamente a calibração do sensor instalado.
Nota: configuração de 2, 3 ou 4 fios e resistência dos condutores não são compensadas por este cálculo.
Converta condutância ou resistência em condutividade teórica, usando a constante da célula.
Para R em Ω, G em µS = 10⁶ / R. O resultado aparece em µS/cm quando Kcel está em cm⁻¹.
Não realiza compensação de temperatura, determinação de Kcel ou cálculo de incerteza.
Informe diretamente o erro já calculado e a incerteza expandida (U), na mesma unidade.
Soma: RM = |Erro| + U
RSS: RM = √(Erro² + U²)
U deve ser incerteza expandida e estar na mesma unidade do erro. Não insira aqui componentes individuais de incerteza.
Estimativa de altura de coluna de líquido.
Válida para líquido de densidade constante, modelo hidrostático simples e pressão diferencial corretamente referenciada.
Instalações com coluna úmida, selo remoto, pressão de tanque, diferentes cotas ou fluidos exigem ajustes no modelo.
Conversão considerando densidade do fluido.
Quando Q é informado em m³/h e ρ em kg/m³, ṁ resulta em kg/h.
Não substitui compensações de temperatura, pressão ou composição aplicáveis a gases e outros fluidos.
Mesmo ponto medido nos sentidos crescente e decrescente.
Realize as leituras no mesmo ponto e nas mesmas condições. Para histerese máxima, avalie todos os pontos do ciclo aplicável.
Lei de Ohm para corrente contínua e resistência conhecida.
V(carga) = (I em mA / 1.000) × R
V(disponível) = V(fonte) − V(carga)
Relação simplificada entre diferencial de pressão e vazão.
Relação idealizada para elemento primário de ΔP, condições e densidade constantes. Sem compensação de pressão, temperatura, fator de descarga ou corte de vazão baixa.
Conversão para pulsos contados em um único canal.
RPM = (Hz × 60) / PPR
Hz = (RPM × PPR) / 60
Modelo de Nernst para eletrodo de vidro e sistema de referência, com offset e inclinação configuráveis.
O eletrodo gera uma diferença de potencial (mV). O medidor interpreta esse sinal utilizando uma curva de calibração de eletrodo.
E₇: potencial do sistema na condição de pH 7 (offset).
S: inclinação em mV/pH; o valor teórico é negativo na convenção usada aqui.
A 25 °C: S ≈ −59,16 mV/pH para uma resposta ideal.
Exemplo teórico: pH 4 → +177,5 mV; pH 7 → 0 mV; pH 10 → −177,5 mV.
Base: Manual Metrohm, seção 9.2.1.
Comparação indireta com régua e cronômetro, por exemplo em esteiras com velocidade em mm/min.
Distância: Δs = v · Δt
Tempo: Δt = Δs / v
Exemplo: 100 mm / 2 min = 50 mm/min
Para calibração: registre a distância, o tempo e as unidades de cada leitura. A incerteza da régua e do cronômetro precisa ser propagada conforme o modelo de medição aplicável.
O cálculo fornece a velocidade média no trecho. Oscilações de velocidade e escorregamento da esteira podem comprometer sua comparação com a indicação instantânea do instrumento.
Converta pressão, temperatura, distância, tempo, massa, volume, vazão, condutividade e outras grandezas sem trocar de ferramenta.
1 bar = 100.000 Pa
1 psi = 6.894,757293 Pa
1 kgf/cm² = 98.066,5 Pa
1 atm = 101.325 Pa
Para coluna de água, são usados fatores convencionais (1 mmH₂O = 9,80665 Pa e 1 inH₂O = 249,0889 Pa); fatores físicos podem variar com temperatura, densidade e gravidade. A conversão troca unidades, não transforma pressão manométrica em absoluta. Fonte: NIST.
°F = (°C × 1,8) + 32
K = °C + 273,15
Para régua, paquímetro, deslocamento de sensores, esteiras e percursos.
1 m = 1.000 mm = 100 cm
1 mm = 1.000 µm
1 in = 25,4 mm (exato)
1 ft = 304,8 mm (exato)
1 mi = 1.609,344 m (exato)
Converte apenas unidade; não incorpora correção de dilatação térmica, geometria, alinhamento ou incerteza de medição.
Útil para comparar o resultado de uma esteira em mm/min com outras unidades.
Exemplo: 100 mm percorridos em 2 min equivalem a 50 mm/min, que correspondem a 0,000833333 m/s.
Conversão de velocidade não equivale a calibração: o método deve prever medições, rastreabilidade e avaliação de incerteza.
Tempo entre eventos, cronômetros, estabilidade e duração de ensaios.
1 min = 60 s; 1 h = 3.600 s; 1 dia = 86.400 s.
Referência de unidades: Fatores NIST ↗
Balanças, padrões de massa, pesagem gravimétrica e processos.
1 kg = 1.000 g; 1 g = 1.000 mg; 1 lb = 0,45359237 kg.
Referência de unidades: Fatores NIST ↗
Pipetas, vidrarias, tanques e vazão volumétrica.
1 L = 1.000 mL = 1.000 cm³ = 0,001 m³.
Referência de unidades: Fatores NIST ↗
Áreas de êmbolos, membranas, superfícies e equipamentos dimensionais.
1 m² = 10.000 cm² = 1.000.000 mm².
Referência de unidades: Fatores NIST ↗
Vazão, pressão hidrostática, conversão de massa e volume.
1 g/cm³ = 1 g/mL = 1.000 kg/m³.
Referência de unidades: Fatores NIST ↗
Bombas, rotâmetros, medidores de vazão e sistemas hidráulicos.
1 m³/h = 1.000 L/h ≈ 16,6667 L/min.
Referência de unidades: Fatores NIST ↗
Medidores Coriolis, transporte de massa e balanços de processo.
1 kg/s = 3.600 kg/h = 3,6 t/h.
Referência de unidades: Fatores NIST ↗
Água purificada, soluções padrão e medidores de condutividade.
ρ = 1/κ com κ em S/m. Valor na mesma temperatura da condutividade informada; não há correção térmica.
1 mS/cm = 1.000 µS/cm; 1 S/m = 10.000 µS/cm.
Referência de unidades: SI · BIPM ↗
Oscilações, contadores, tacômetros e encoders.
1 Hz = 60 RPM somente se 1 ciclo corresponde a uma volta.
Referência de unidades: SI · BIPM ↗
Multímetros, Pt100, resistores, isolamento e simulação elétrica.
1 kΩ = 1.000 Ω; 1 MΩ = 1.000.000 Ω.
Referência de unidades: Fatores NIST ↗
Modifique condições, compare grandezas e entenda o comportamento teórico dos instrumentos. Todos os modelos são educacionais, não substituem padrões, manuais ou procedimentos de calibração.
Desafios de bornes, símbolos e leituras esperadas, sem tocar em equipamentos reais.
Compare a mesma temperatura com diferentes ligações, a resistência dos cabos e a conversão opcional do indicador/transmissor em 4–20 mA.
Base: IEC 60751 (equação Callendar–Van Dusen para Pt100 nominal, −200 a 850 °C). Compensação de 3 fios depende da arquitetura e da simetria real dos condutores. Não modela autoaquecimento, histerese nem incerteza.
A tensão observada depende da diferença dos potenciais termelétricos. Troque a temperatura da junta de referência e veja a compensação.
Referência: NIST ITS‑90 / Monografia 175. Esta versão usa as funções de referência para K, J e T, dentro das faixas declaradas; sem tolerância, deriva, homogeneidade ou erro de instrumento.
Insira massas aparentes líquidas obtidas na pesagem. Observe volume médio, erro sistemático, desvio-padrão e CV; use o fator Z validado para a condição real.
Referência: ISO 8655-6:2022; cálculo demonstrativo V = m·Z, sem estimativa de incerteza, correção automática de evaporação nem juízo de conformidade.
Descubra como a posição da carga, a repetibilidade e a divisão de verificação (e) são conceitos diferentes.
Referências: Inmetro, aplicação da Portaria 157/2022 e OIML R 76. Sem classificação legal nem aprovação/reprovação automática.
O sensor determina uma resposta elétrica; o sistema interpreta condutância/resistência usando Kcel e a compensação configurada. Explore a diferença entre o sinal da célula e o resultado em µS/cm.
Relação elétrica κ = Kcel·G, com G = 1/R. Modelo de temperatura linear exemplificativo — não simula polarização, geometrias específicas, MRC ou rastreabilidade de calibração.
Veja unidades de fração volumétrica e o significado matemático de %LEL sem usar esses números como limiar de segurança operacional.
Referências: NIOSH, exemplos LEL metano e propano. A simples conversão estequiométrica não representa medição, resposta instrumental nem segurança da atmosfera.
Experimente um encoder montado no eixo, variando PPR, diâmetro, fator de decodificação e escorregamento.
Equações cinemáticas de movimento circular e contagem discreta. O modelo não inclui incerteza da medida de diâmetro, atraso de contagem nem resolução temporal.
Um mesmo tanque e a mesma altura, medidos por princípios diferentes. Aumente ou diminua o nível para ver mudar a grandeza que cada sensor detecta.
Referências: Endress+Hauser: princípios de medição de nível. Velocidades e geometrias aqui são simplificadas; não substituem cálculo específico do instrumento nem sua instalação.
Observe por que uma resistência de 250 Ω representa 1–5 V e quando a malha pode não oferecer a tensão mínima do transmissor.
Fundamento: U = I · R. Corrente ideal assumida; se a tensão restante ficar abaixo da mínima especificada, a condição ideal pode não ser atingida. A tensão mínima deve vir do manual do transmissor.
Treine decisões de medição com instrumentos virtuais. Você escolhe a configuração, recebe retorno imediato e aprende com o resultado.
Selecione o ensaio, a função do seletor, o borne vermelho e o modo de conexão. O borne preto também precisa estar correto para liberar o resultado.
1 · Função do seletor
2 · Bornes das pontas
Monte o circuito virtual e clique em verificar. A leitura não é mostrada antes de a configuração estar adequada.
Interprete o comportamento elétrico. A cada resposta, o jogo explica por que determinada leitura ou ligação faz diferença.
Associe a descrição ao princípio físico: radar, radar guiado, ultrassom, pressão hidrostática ou diferencial. Não é uma recomendação automática de compra ou instalação.
Leia o range do transmissor e calcule a corrente ou a grandeza correspondente. É um transmissor linear ideal, sem saturação nem alarmes simulados.
13 temas, cada um com exploração livre e desafios guiados, correção e explicação.
Escolha uma bancada, altere os parâmetros e veja os resultados. Depois entre no modo de desafio para testar seus conhecimentos sem revelar a resposta previamente.
Ferramenta de apoio técnico e educacional. Para aplicações metrológicas, consulte os procedimentos e referências aplicáveis. Valores simulados não substituem resultados de calibração ou instruções de segurança.
Aprenda a interpretar um certificado, entender as grandezas e reconhecer os limites de cada método. Conteúdo educativo; não substitui a ITB, as normas aplicáveis nem a análise crítica do laboratório.
Exemplo de sensor de temperatura Pt100, reconstruído a partir da estrutura e dos resultados de um certificado fornecido para estudo. Selecione os números no documento para aprender a interpretar cada seção e toque nos títulos da tabela para conhecer os símbolos.
Exemplo técnico: sensor de temperatura Pt100
Médias de três leituras do instrumento e do padrão de referência, em cada ponto, em meio térmico com uniformidade e estabilidade conhecidas.
Termohigrômetro · multicalibrador · termorresistência de referência. Identificações e números dos certificados omitidos.
| 10,10 | 10,22 | −0,12 | 0,19 | 2,00 | ∞ | 120 mm |
| 20,70 | 20,75 | −0,05 | 0,17 | 2,00 | ∞ | 120 mm |
| 30,10 | 30,16 | −0,06 | 0,15 | 2,00 | ∞ | 120 mm |
Convenção declarada: Tendência = VMLI − VR. A incerteza expandida U, k e graus de liberdade efetivos são informados no documento.
Campos de execução, emissão e assinatura autorizada, sem pessoas identificadas neste modelo.
O técnico deve confirmar identificação do instrumento, data, método, padrões, rastreabilidade e assinatura. Esses dados foram ocultados somente nesta demonstração.
A apresentação reproduz os campos técnicos, não a aparência nem a autenticidade do certificado original. Não utilize este modelo como comprovação de calibração.
Valor fornecido pelo instrumento. Ex.: um transmissor configurado em 0–100 bar gera 12 mA; em uma relação linear ideal, isso equivale a 50 bar.
Fundamento: VIM / leitura de instrumento.Valor atribuído pelo padrão de referência, com rastreabilidade e incerteza adequadas. Não é necessariamente um valor exato ou sem incerteza.
Fundamento: VIM e GUM.Neste guia adotamos e = indicação − referência. Positivo significa que o instrumento indicou acima da referência; negativo, abaixo. Verifique sempre a convenção expressa no certificado.
Fundamento: VIM; convenção explicitada no método.Pode representar estimativa de erro sistemático nas condições estabelecidas, conforme o modelo de medição. Nem todo certificado utiliza “tendência” como sinônimo de erro de indicação.
Fundamento: VIM.Caracteriza a dispersão dos valores que podem ser atribuídos ao mensurando com base na informação disponível. Não é sinônimo de erro, tolerância ou correção.
Fundamento: VIM / GUM.Geralmente expressa por U = k × uc, com fator de abrangência k e incerteza-padrão combinada uc. k≈2 costuma estar associado a uma abrangência próxima de 95% sob hipóteses apropriadas; não presuma isso sem consultar o certificado.
Fundamento: GUM / NIT-DICLA-021.Calibração: estabelece a relação entre indicações e valores de referência. Ajuste: intervenção para alterar a resposta do instrumento. Verificação: fornece evidência de atendimento a requisitos especificados. Calibrar não significa aprovar automaticamente.
Fundamento: VIM / Inmetro.|e| + U é uma combinação conservadora usada em determinados critérios; √(e² + U²) é uma combinação matemática diferente. Nenhuma das duas é exigência geral para todos os certificados. Adote apenas a expressão estabelecida no critério de aceitação e na regra de decisão da atividade.
Referência: ILAC G8 / procedimento aplicável.Força por unidade de área. Em calibração comparamos o medidor com um padrão de pressão, observando pontos e possíveis diferenças entre subida e descida. Pressão manométrica, absoluta e diferencial são referências distintas — não confunda.
Uma Pt100 varia sua resistência elétrica com a temperatura; o indicador converte Ω em °C pela curva aplicável. Termopares usam a tensão termoelétrica e compensação da junta de referência. Sensores e indicadores podem ser calibrados juntos ou separadamente.
Razão entre a pressão parcial do vapor d'água e a pressão de saturação nas mesmas condições, expressa em %. Ao calibrar, controle temperatura, estabilização e uniformidade do ambiente de referência.
Vazão volumétrica representa volume por tempo; vazão mássica, massa por tempo. A relação Qm = ρ Qv exige unidades consistentes e densidade válida nas condições de medição.
Nível pode ser medido por régua, flutuador, radar ou pressão. Na medição hidrostática simplificada, ΔP = ρgh. Densidade do fluido, geometria do tanque e tomada de pressão afetam a interpretação.
O transmissor converte uma grandeza de processo em sinal elétrico. Para uma faixa linear, 4 mA corresponde ao LRV e 20 mA ao URV. Verifique range configurado, fonte de alimentação, carga e possíveis sinais de diagnóstico fora da faixa.
A massa é avaliada por comparação com pesos ou outros métodos adequados. Volume pode ser determinado por métodos gravimétricos, volumétricos ou comparação, conforme o instrumento e o procedimento, observando temperatura, densidade e menisco quando aplicável.
O pH é relacionado à atividade de íons hidrogênio, inferida por resposta eletroquímica do eletrodo. ORP é potencial de oxirredução medido em mV. As verificações elétricas e a calibração com soluções não devem ser confundidas.
Os links abaixo apontam para publicações oficiais ou técnicas de referência. A existência de um documento não dispensa verificar sua revisão vigente, abrangência e aplicabilidade.
Relações e conceitos resumidos. Referência rápida, não procedimento de calibração.
Pressão em pascal (Pa), força em newton (N), área em m².
Q em m³/s, área em m² e velocidade média em m/s.
Usar pressão diferencial em Pa, densidade em kg/m³ e h em m.
Massa dividida por volume. Cuidado com condições de temperatura.
Para transmissor linear 4–20 mA, 12 mA equivale a 50%.
Resistência nominal de 100 Ω a 0 °C, curva IEC 60751.
O sinal positivo ou negativo deve ser mantido no resultado.
Diferença de leituras no mesmo ponto em subida e descida.
Relaciona viscosidade dinâmica e densidade do fluido.
Com I em ampères e R em ohms, V resulta em volts.
LRV e URV são os limites configurados; span é a diferença algébrica entre eles.
Somente quando o sinal representa ΔP linear; não extrair duas vezes.
O eletrodo produz potencial; o medidor converte mV em pH via inclinação e offset. S ideal ≈ −59,16 mV/pH a 25 °C.
Use a distância em mm e o tempo em min para obter mm/min. Exemplo: 100 mm / 2 min = 50 mm/min.
Para velocidade média constante. Velocidade × tempo = distância percorrida.
Lei de Ohm para condições adequadas: V em volts, I em ampères e R em ohms.
Requer a pressão atmosférica local. Converter unidades não equivale a converter o tipo de referência de pressão.
PPR efetivo depende da contagem (bordas, canais, multiplicação), mesmo com RPM conhecido.
ρ em kg/m³ e Qv em m³/h resultam em kg/h, desde que o estado do fluido seja compatível.
Kcel em cm⁻¹ e G em µS geram κ em µS/cm; temperatura e ajuste do sensor influenciam a indicação.
Sugestões para ampliar o portal sem confundir cálculo auxiliar com calibração acreditada.
Orientação para pesquisa no site oficial, sem reproduzir o escopo aqui.